Alfonso Cano, líder máximo das Forças armadas Revolucionárias da Colômbia, está morto. Cano, ou León Sáenz, conforme sua carteira de identidade, foi abatido a tiros quando tentava fugir de um bombardeio do Exército colombiano a um campo de guerrilheiros. Segundo as forças de segurança da Colômbia e especialistas internacionais, as FARCs, com este ataque devastador, está próxima do fim. São mais de 50 anos de guerrilha esquerdista nas selvas sem conseguir tomar o poder nas cidades. Cano, nascido na classe média e intelectual de formação acadêmica, era a última lamparina a iluminar uma ideologia ultrapassada que só levou ditadores ao poder. Ele se dizia um lutador pela democracia. A mesma democracia que assimilou políticos totalitários e quadrilheiros por toda América Latina. A economia globalizada e a valorização dos direitos civis vão ajudar esta mesma democracia a varrer do mapa esta gente sanguinária que só quer saber de poder e riqueza. Os grandes pensadores esquerdistas ligados ao governo brasileiro, como Marco Aurélio Garcia, Celso Amorim, José Dirceu e sua turma, devem tomar uma destilada hoje em memória da utopia que os fez homens ricos e ditos defensores do povo.
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