Há outra perguntinha que não quer calar desde que foram divulgadas as imagens gravadas pelo cinegrafista da Bandeirantes morto com um tiro no peito numa operação policial na favela Antares, no Rio de Janeiro. De quem é aquela voz que orienta o atirador da PM sobre a posição do bandido-alvo? É de Gélson Domingos? Se for, está configurada uma estranha situação de cumplicidade entre policial e repórter. Claro que há pessoas que aceitam e até estimulam este tipo de parceria em nome da defesa dos interesses da sociedade, mas eu, daqui debaixo da ponte, vejo outro panorama: Polícia é Polícia, bandido é bandido e jornalista é jornalista. Cada um no seu quadrado.
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