sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Bola que rola

Interessante o fecho da rodada de meio de semana do campeonato brasileiro. O Figueirense, quem diria, está no páreo. Hoje, há cinco times credenciados ao título e oito brigando pelas cinco vagas da Libertadores. A disputa por uma vaguinha na Sul-Americana também é uma guerra, mas não tão animada quanto a do rebaixamento. A ponta de baixo da tabela será disputada a tiros e facadas.
Ontem, o Flamengo não teve punch para bater os barrigas verdes. Jorginho, capanga de Dunga na última Copa, arrumou seu timezinho melhor que o do Wanderley e só não levou os três pontos por que o goleiro reserva do Fla pegou um pênalti.   
O melhor time do Brasil na atualidade, o Santos, está visivelmente incomodado com o notório equilíbrio de forças do Brasileiro. Ontem, com time completo, quase perde para o Atlético Goianiense.
O gladiador Kléber vai mesmo para o Grêmio. Acho bom negócio para um time que precisa de um centroavante eficiente, mas soube ontem à noite que grande parte da torcida do imortal está contra a compra. O polêmico atacante custará R$ 6 milhões por um ano de contrato, pagáveis a quinhentinho por mês. É muita grana. Vai ter que fazer gol até quando estiver dormindo na concentração.
Os juízes podem desequilibrar o jogo. Nunca se viu tanto árbitro incompentente. São, como se diz, erros clamorosos. é melhor a CBF encontrar uma solução rápida, antes que os torcedores tentem fazer justiça com as próprias mãos... 

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