Um amigo me mandou ontem um artigo de José Roberto Toledo sobre o PCdoB. Respondi que o PCdoB era cachorro morto na crônica política nacional, mas menos de 24 horas depois mudei de idéia. O PCdoB é um vira-lata machucado, mas que não larga as tetas da cadela-mãe. Hoje, nos portais, surgem novas informações de que vários militantes do partido receberam dinheiro do Ministério do Esporte em troca de “consultorias”. Isso, somado as comissões para liberação de verbas as ONG’s, prova que há assaltos sistemáticos aos cofres públicos. Simplesmente. Um partido como esse não pode ser “fundamental ao meu governo”, como disse ontem a presidente Dilma. O histórico recente do partido mostra que ele cresce a custa da corrupção, com a leniência do Governo Federal. O PCdoB não chega a ser uma sofisticada organização criminosa, como o STF considera o PT, mas é uma quadrilha, sem dúvida. Uma quadrilha que bem podia ser dissolvida por ações do Ministério Público e da Corregedoria Geral da União em nome da história republicana e democrática do País. Aliás, ninguém na história desse país combateu a ditadura militar, brigou nas ruas pelas Diretas Já e reconquistou o direito de eleger um presidente no voto para que falsos comunistas se encastelassem no poder para acumular riquezas materiais. Chega desses caras. Eles são mais nocivos do que o velho PFL no tempo dos coronéis.
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