A Anistia Internacional está de volta ao Brasil. A situação dos direitos humanos é muito melhor do que no tempo da ditadura militar, claro, mas surgem novas ameaças ao bem-estar comum. Nas últimas décadas, o Brasil cresceu, se robusteceu economicamente, e assumiu posição de destaque no cenário internacional. O gigante está despertando. E isso aumenta a responsabilidade dos governantes. E, lógico, o interesse das entidades internacionais para dar palpite na vida da gente.
A Anistia volta ao País para ajudar a enfrentar a gravíssima questão da segurança pública. O alvo da ONG mais famosa do planeta não é o tráfico de drogas, considerado pelas autoridades nacionais como nosso maior problema, mas sim as milícias nos subúrbios do Rio e São Paulo. Esses grupos paramilitares crescem mais, proporcionalmente, que o “exército” de traficantes e o efetivo das Polícias Militar e Civil.
A volta da Anistia ao Brasil é uma linda e vistosa saia justa para o governo, mas também serve como confortável camiseta de algodão para nós, os descamisados brasileiros.
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