A retrospectiva do ano de 2011 não passa de algumas linhas. O que aconteceu de relevante e histórico neste ano em que o mundo ia se acabar e não se acabou? Enumerei sete fatos capitais que aceleraram nosso batimento cardíaco.
Primeiro, Dilma Roussef, ex-guerrilheira esquerdista, ganhou um país para guardar até a volta do dono; segundo, houve uma enxurrada de corrupção com a manutenção no poder do PT e de sua base aliada delinqüente; terceiro, os Estados Unidos afinal deram um tiro na cara de Osama Bin Laden; quarto, os Estados Unidos afinal venceram a guerra contra o mundo árabe usando apenas a Internet; quinto, o presidente Lula, quem diria, se rendeu ao modelito câncer passageiro, onde as celebridades raspam a cabeça e não morrem como acontece com a população em geral; sexto, a China está comendo a economia mundial pelas beiradas, como mingau; e, sétimo, o futebol brasileiro foi amplamente desmoralizado com a bola no pé.
O ano que vem? Ah, isso todo mundo sabe... O mundo vai acabar. E já tem até data: 12 de dezembro. Quer dizer, você tem um ano para acordar –ou mudar de planeta.
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