segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O bigode do mal

Nos anos 80, quando a sociedade civil organizada e os movimentos sindicalistas e estudantis saíram às ruas pela redemocratização do País, ninguém contava com a astúcia do pelego reacionário maranhense José Sarney. O governo do País que acabava de se livrar da ditadura militar caiu no colo da maior raposa nacional. Hoje Sarney é a eminência parda na vitrine. E passa o tempo a se divertir entre malfeitos consagrados, denúncias inúteis e a inacreditável mediação entre os interesses do governo, do povo e dos grandes conglomerados financeiros.
Ele é hoje, sem dúvida, o grande mediador nacional, e nem se lembra do tempo recente em que o presidente Lula o chamava de “o maior ladrão do Brasil”. Ao contrário, diz apenas que Lula foi à sua casa pedir apoio. A Zero Hora de hoje publica uma entrevista exclusiva com o atual presidente do senado. Leia no portal WWW.zerohora.com.br

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