Os infatigáveis assessores de Imprensa, ou de contra-Imprensa, da presidente Dilma se apressam em garantir que não haverá mais mudança nos Ministérios até a reforma de janeiro. Não é bem assim. Não é Dilma quem decide, são os fatos. E os fatos apontam pelo menos quatro cabeças balançando como sino de vaca-madrinha. Duas por corrupção ativa, uma por incompetência e outra por despreparo técnico-político. As cabeças a prêmio atendem pelos nomes de Mário Negromente, das Cidades, Carlos Lupi, do Trabalho, Fernando Haddad, da Educação, e Ana Holanda, da Cultura. Escrevi Negromente? Então escrevi certo.
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