segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Devagar com o andor...

A questão da influência de Lula na eleição. São dois pontos. Primeiro, o trabalho efetivo de costurar alianças, conversar nos bastidores e atuar em palanque. Segundo, o uso ou consumo da imagem. No primeiro caso, parece que ele não poderá mesmo estar presente na campanha eleitoral. Sem voz, não dá. Simplesmente. No segundo caso, não depende dele. Não se pode prever o que o povo vai pensar.
Daqui, do panorama visto debaixo da ponte, pelo que se conhece da índole do brasileiro, dá para apostar sem medo de errar que o mito deverá ser santificado. Nem mais nem menos. Lula vai virar santo. Um santo mudo, como todos os outros, mas com alto poder de influenciar o eleitorado.

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