A grande incógnita do repentino e surpreendente afastamento temporário de Lula da vida política é sobre sua influência nas eleições municipais do próximo ano. Até agora, historicamente, o presidente não tem a mesma capacidade de influenciar as eleições de prefeitos quanto de governadores. O caso, também historicamente, deve mudar com esta súbita entrada em cena da figura do câncer. Até o momento, os analistas estão divididos. Na Folha, praticamente lê-se que Lula, doente, terá influência absoluta, enquanto no Estado os analistas dizem que o câncer vai reduzir o papel de Lula nas eleições. Até o final desta próxima semana, os especialistas devem chegar a um consenso. Ou não. Mas certamente ninguém neste País tem dúvidas de que Lula vai participar do processo eleitoral e a grande maioria acha que ele, salvo do câncer, vai eleger milhares de postes Brasil afora.
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