A presidente Dilma aproveitou o anúncio de investimentos que não são sequer descriminados para exercitar o estilo bravateiro de seu antecessor, ou seja, fazer promessas grandiosas para esconder o problema real. Esse jeitinho sindicalista de governar não escolhe tema, pode ser usado em grandes catástrofes naturais ou flagrantes espetaculares de corrupção. Dilma jogou no ar a “verdade política e administrativa” de que o Brasil não precisa de uma faxina ministerial, precisa isto sim é acabar com a miséria. A frase é boa, mas enganosa. A presidente esqueceu que a grande maioria da população sabe que a miséria é resultado da falta de investimentos públicos em saúde, educação e saneamento. E ninguém desconhece que a alta corrupção no Governo Federal, provocada pelos partidos da base aliada, é que impede o combate a pobreza e a real distribuição da renda. A presidente está perdendo excelentes oportunidades de ficar calada.
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