O nome de Muammar Khadafy expresso pela Imprensa brasileira tem uma grafia tão diversa quanto as roupas espalhafatosas do ditador. Não há dois jornais que escrevam o nome do cara da mesma maneira. Ontem, até a Veja chegou a grafar duas formas diferentes em sua edição online. O K, aqui ou ali, perde vez para o G, e o H muda de sílaba à vontade do redator. Como um patinho feio que não quer seguir a ninhada errada botei um Y no final, em graciosa homenagem à liberdade.
Como será que está o Lula com a morte causada por um tiro na cabeça de seu irmão? Ou está cantando aquela musiquinha ? " Não vou chorááááaá, lágrima de crocodilúúúú...."
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