Talvez o único ponto positivo do lamentável anúncio da doença do presidente Lula seja o fato, garantido pelos médicos, de que ele ficará pelo menos três meses calado. Como não gosta de escrever, ou seja, não tem intimidade com teclado nem com caneta, deve nos poupar de suas sentenças políticas, a nós, simples espectadores da cena nacional, aos ávidos e milionários ouvintes de suas palestras e, principalmente, a presidente Dilma. Estamos livres, portanto, da bússola política biruta que é referência obrigatória do debate político nacional. Lula, de fato, está fora da conversa. Pelo menos por enquanto, assim se espera. O Brasil não pode prescindir da rouquidão de Lula.
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