Por falar em marqueteiro, Fernando Barros, o pioneiro baiano neste fabuloso negócio de consultoria política, brindou a platéia ontem com um artigo sobre a questão eleitoral nacional no blog do Noblat. Talvez de olho no público cliente em potencial, um mar de milhares de candidatos a prefeito pelo País afora, Fernando esboçou a receita básica; partido forte, apoio financeiro consistente, coligações partidárias abrangentes e uma estratégia política objetiva. Quer dizer, esse é o material necessário para ir à guerra dos votos. Se não estiver a bordo de um tanque blindado e com um belo de um míssil teleguiado, melhor nem sair de casa. Com base em minha mínima experiência como redator de programas eleitorais, isso em comparação com o vasto conhecimento de causa do presidente da Propeg, senti falta de algumas palavrinhas sobre o conteúdo, o discurso do candidato, aquilo que tempos atrás ajudava a decidir eleição. Para usar uma metáfora tão a gosto do maior fenômeno eleitoral nacional na história desse País, Fernando falou como um treinador especialista em tática. Esqueceu do drible.
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