O último grupo de guerrilha de esquerda na América Latina, as Forças armadas Revolucionárias da Colômbia, caiu de maduro. Ou melhor, de podre. A guerrilha que outrora lutava pela implantação de um regime comunista e que ancorou no narcotráfico para continuar sobrevivendo tem alto grau de rejeição popular por causa dos seqüestros desumanos e cruéis, inexplicáveis até do ponto de vista dos combatentes. Esvaziada politicamente, desprestigiada e perseguida em todo território colombiano, as FARCs decidiram suspender os seqüestros e libertar os prisioneiros. Não, não foi um gesto de reconhecimento humanitário, mas sim um último golpe para tentar livrar seus dirigentes e militantes da cadeia que os espera. O atual governo brasileiro, que apóia o movimento e inclusive abriga no País os guerrilheiros foragidos, deveria se pronunciar oficialmente. Com a palavra, pois, o secretário para assuntos estratégicos do Ministério de Relações Exteriores, Marco Aurélio Garcia, também conhecido como sócio-atleta das FARCs, do antigo movimento sandinista na Nicarágua, da ditadura cubana, do chavismo desvairado venezuelano e dos progressistas retrógados (?!) do Irã. Quer dizer, prepare-se para ouvir besteira
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