quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Particularmente incorreto

Apesar de os campeonatos regionais já terem começado, o momento é de profunda reformulação nos grandes clubes nacionais. Quer dizer, profunda, vírgula. A compra de um jogador que funcione, seja ganhador, custa uma fortuna inimaginável hoje em dia. Quem sabe chutar uma bola com boa técnica, elegância e eficiência, vale dinheiro, muito dinheiro. Então, como ando matando perros a gritazos e sei que os amigos mais próximos não nadam de braçada neste mágico instante de desenvolvimento econômico do País, sugiro nossos nomes, todos consagrados no saudoso baba do Monumental da Colina, apesar de os mais veteranos estarem roçando os 60 anos de idade, para reforçar, por exemplo, o Bahia. Temos zagueiros sérios e eficazes, os angolanos Pascoalino e Nelsinho, um ala que descobriu os atalhos tortuosos entre direita e esquerda, Sobral Bailarino, um ponta-de-lança recuado (!!??), Porquinho de Feira, este meia-armador que voz fala e um pequeno bando de volantes marcadores e armadores, Dantão, Marcelo, Felipe, Mano, André, Léo, Gabriel, Márcio, Pacheco, Isaac e Kiko, este notável artilheiro, com passagem pela Otan. Dá para montar um time inteiro e que talvez não dê vexame em campo, como o protagonizado pelo Esquadrão de Aço no último domingo, contra o Bahia de Feira. Por qualquer 10 milhões e umas negas baianas, ah, a gente faz este vatapá ...  

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