Já é dia 16 de janeiro. O sol esturrica a Bahia. O povo está vivendo em ritmo de pré-temporada. Está cada vez mais difícil levar o País a sério. O Governo não rouba, mas manda roubar e depois fica fingindo que manda prender ou, no caso, demitir. Sabe-se de tudo pelos jornais. Quem era o ladrão, quanto foi roubado, qual era a quadrilha, nada escapa aos olhos da Imprensa. Quer dizer, tudo ou nada uma pivica. O dinheiro mesmo, o objeto do roubo, este nunca reaparece. Talvez este esquema de expropriação do dinheiro público por quadrilheiros de partidos políticos só vá acabar no dia em que quem estiver de plantão na Presidência da República descer a rampa do Planalto algemado.
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