Waldomiro Diniz. Lembram-se dele? É. Ele mesmo. O braço direito de José Dirceu, o segundo homem mais poderoso da República, ministro da Casa Civil do primeiro mandato de Lula, pego com a mão escandalosamente aberta dentro da cumbuca da Caixa Econômica Federal. O senhor Diniz foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção ativa. O crime foi no tempo atabalhoado da chegada do PT ao poder, com apetite de esfomeado, e o processo se arrastou como uma lesma paralítica, mas chegou a uma sentença, embora a pena tenha pouca chance de ser cumprida à risca.
O senhor José Dirceu, que costuma escrever absurdos inomináveis em seu blog todas as semanas ou pelo menos quando há assunto que mereça uma versão edulcorada ou mesmo claramente mentirosa a favor do Governo, anda meio desaparecido. Deve estar de férias. Será que terá coragem de escrever algumas linhas sobre a condenação do seu parceiro e amigo de todas as horas? Não acredito. O assunto vai morrer por aí, na tímida caixa de ressonância da oposição. José Dirceu vai se valer do silêncio da mídia a qual ele tanto quer impor um marco regulatório, ou seja, a censura.
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