Futebol. Neymar e Messi. Quem é o melhor? Os dois jogaram esta semana em amistosos na Suíça. Um mal tocou na bola e se jogou ao chão em quase todos os lances, o outro passeou em campo e fez três gols. Um usa um corte de cabelo ridículo, vai a duas ou três festas por noite, grava dezenas de comerciais diários e freqüenta as manchetes e colunas de jornais como um pop star internacional. O outro é um baixinho com cara de bom moço, mal sorri quando faz um gol e nada se sabe sobre sua vida privada. Neymar joga muito, claro, mas corre sério risco de ser devorado pela mídia, como foram Robinho e Diego (lembram dele?). Messi também joga muito, claro, mas não corre riscos além de uma lesão eventual.
Há alguma coisa de podre no reino do País do Futebol. E não é apenas na CBF, não. O mau cheiro da incompetência está nos gabinetes dos cartolas, nas comissões técnicas, na crônica esportiva, nos contratos milionários de publicidade, etc., etc. E o futebol é nossa única diversão real. Uma pena que o atual governo do País nada tenha a ver com os interesses dos brasileiros. Ou melhor, ainda bem que não tem nada a ver. Já pensou se um ministro qualquer assume a administração do futebol nacional?
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