A bola rola hoje no país do futebol. Grandes jogos, bons jogadores, público meia-bomba nos estádios e transmissões incertas pela tevê. Mas melhor, bem melhor que o catálogo de filmes vencidos das emissoras a cabo ou qualquer dos novos autores à venda no mercado literário nacional. Hora de se divertir com a excelência da arte popular nos pés de Lucas, Neymar, Ronaldinho, Damião, Liedson ou qualquer Roberson ou Uelinton ou Uashinton ou Joãozinho ou Zezé que decidir nos encantar com seus dez segundos de glória. A arena é dos artistas, como a praça é do povo. Hoje sou São Paulo, Santos, Flamengo, Bahia. E Grêmio para sempre.
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