Atenção. Não ria, meu amigo, que o caso é sério. O Brasil está correndo risco de não ser a sede da próxima Copa do Mundo de Futebol. Verdade recente. A FIFA deve decidir nos próximos dias se admite a geléia geral na gestão do governo brasileiro para bancar a infra-estrutura do mega evento internacional ou se anuncia outra nação como país-sede. A informação é da coluna Panorama Esportivo, do jornal O Globo. Os motivos são muitos e podem ser bem avaliados por qualquer cidadão. A FIFA não concorda com a Lei Geral da Copa, enviada ao Congresso pela presidente Dilma. Detalhes como ingressos, credenciamento, proteção ao marketing de emboscada, gratuidades e até transmissão de TV não correspondem ao que foi acertado entre a FIFA e técnicos do Governo. Além disso, a infra-estrutura dos aeroportos e os projetos de transporte urbano são considerados incipientes pela entidade. O Globo afirma ainda que a FIFA não aceita mais conversar com o ministro dos Esportes, Orlando Silva.
Pelo que se vê País afora, quando faltam menos de mil dias para a Copa, a situação caminha mesmo para um impasse. Um impasse que pode afinal definir a real distância entre a bravata política, a incompetência administrativa e a roubalheira nas licitações públicas.
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