Palavra de político, como diria o filósofo contemporâneo Galvão Bueno, vale tanto quanto nota de três reais. A entrevista de hoje na seção Poder da Folha de S. Paulo é um exemplo claro. Marcelo Guaranys, diretor da Agência Nacional de Aviação Civil, talvez não tenha lembrado as palavras emocionadas de sua chefa, a presidente dinamite, à época na Casa Civil do presidente Lula, quando houve o acidente com jumbo da TAM, em Congonhas, com 199 mortos. Dilma anunciara então para o mais breve possível a construção de um terceiro aeroporto na capital. Anos depois, sem que nada neste sentido tenha sido feito, o senhor Guaranys vem a público afirmar que não há necessidade de terceiro aeroporto, embora, como todo mundo saiba, os terminais paulistas operem à beira do caos. O que houve? Uma nota de três para quem conseguir responder...
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