Prova longa e chata da Fórmula 1. Um teste para a desatada capacidade do narrador Galvão Bueno de arrancar emoção do quase nada –ou de fatos normais em competição de alto nível. E não foi desta vez que os fatos se sobrepuseram à imaginação do mestre de cerimônias patrocinadas. Em uma batida normal de corrida, para quem está a 280 quilômetros por hora disputando uma freada para melhor tangência de curva, Lewis Hamilton bateu com a ponta do aerofólio dianteiro na roda traseira direita de Felipe Massa, complicando, na verdade, a corrida dos dois. Galvão Bueno não deixou por menos: Hamilton precisa de um psiquiatra. Uma bobagem de torcedor. Como essa de ficar reclamando de narração de tevê.
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