A imprensa mundo afora está revirando os escombros da fulgurante passagem do cometa Dilma Dinamite pelos céus da América e pelas vitrines das grandes potências. Há um eixo único nas considerações dos especialistas, de Washington a Brasília, quase uma unanimidade. O cenário estava radiante, a atriz deslumbrante, a platéia excitada, mas o texto frustrou as expectativas. O discurso, conforme o planeta esperava, nada revelou de supostos propósitos verde-amarelo de liderança política, econômica, social ou mesmo ideológica diante de um mundo em constante crise financeira e conflitos bélicos. A conversa enxuga-gelo serviu apenas para esconder do grande público que a carruagem defronte ao palácio era mesmo uma abóbora.
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